Todo o glamour de Armani Privé

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Vou repetir. Ele é mágico, maravilhoso. Sou apaixonadíssima, desde criança, por este homem que acaba de completar 80 anos. Meu sonho sempre foi conhecê-lo. Um ídolo! Armani é um estilista de homens e mulheres e sabe principalmente, o que as mulheres gostam de vestir e como eles se sentem bem dentro de um vestido elegante com sua assinatura. DIVAS, DEUSAS, GLAMOROSAS. Assim que as mulheres se sentem quando estão vestidas de Armani Privé.

armani-prive-pv14-5-aA coleção de verão 2014 ele arrasou. Trouxe os anos 20 de volta. Com todo aquele glamour do filme The Great Gatsby. O que dizer de uma coleção que traz toda a beleza de anos de glória e belas roupas, quando o mundo tinha acabado de sair de uma grande Primeira Guerra Mundial e de uma Depressão, mas reconquistou de novo a sua grande alegria de viver? Simples, ele queria recriar esta recuperação e este universo de brilhos, festas, charme.

imageAgora na coleção Privé outono/inverno 2014/15, Armani escolheu desta vez para seu desfile, que foi no início de julho, as cores preto, branco e vermelho, alinhando ao atual movimento que muitos desfiles apresentaram, por roupas mais leves e ideias que podem ser utilizadas para o dia a dia. Ponto forte de Armani. Ele sempre pensa no dia a dia das mulheres. Como elas podem se vestir de forma elegante para festas, jantares, celebrações, casamentos, festas de gala. Um estilista único, que a mulher encontra tudo para qualquer ocasião. Acho que está aí a minha paixão. Cores sempre perfeitas, cortes perfeitos e vestidos perfeitos.

Este desfile foi aberto com muita jovialidade e poá. Bolinhas que deram o ar que ele tanto queria, o que fez desta coleção uma renovação. Aliás, a criatividade, renovação, transformação sempre fizeram parte deste gênio estilista que se chama:Giorgio Armani.

Fotos do desfile Privé verão 2014.

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imageimageimageAlgumas fotos do Desfile Privé outono/inverno 2014/15:

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Desfile Privé outono/inverno 2014/15 em vídeo

Desfile Privé primavera/verão 2014/15

Plissados e drapeados marcaram o desfile de Vionette

 

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Madeleine Vionnet (Chilleurs-aux-Bois, 22 de junho de 1876 — Paris, 2 de março de 1975) considerada um das maiores estilistas da alta-costura francesa e como aquela que mais influenciou a moda do século XX,  deve estar muito feliz com o trabalho realizado por Hussein Chalayam, que apresentou em Paris sua 2a. Coleção de demi-couture à frente da Maison.

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Para esta coleção outono-inverno 2014/15, o Chalayam explorou diferentes técnicas de plissados e drapeados, o que marca bem o trabalho que marcou toda a carreira da fundadora Madeleine Vionnet em suas coleções pra maison. Esta inspiração veio nada mais nada menos que por meio da bailarina Isadora Duncan, que dançava descalça e com vestidos finos e largos que fluíam, dando sensação de movimentos livres.

Madeleine Vionnet era contra espartilhos e suas criações foram marcadas pelos vestidos com muitos movimentos. Ela costumava dizer que o melhor espartilho eram os músculos da mulher. Estava encerrada a era dos espartilhos.

Esta coleção apresentada por Chalayam teve muitos vestidos com volumes criados com referências geométricas. Muitos deles tinham recortes em formato de círculo e formas em 3D que parecem nascer da roupa, em diferentes partes do corpo.

Outra característica desta coleção foram vestidos de um ombro só, tomara que caia e com decote próximo ao pescoço.

Aqui os alguns dos vestidos da coleção outono-inverno 2014/15:

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Veja um pouco do desfile Primavera 2014 que foi gravado.

Alguns Vestidos da coleção Vionette coleção Primavera 2014.

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Maybelline mostra as tendências de make up para o inverno

O inverno é a estação da elegância! Que tal caprichar no make up?

Neste tutorial super bacana, a maquiadora oficial da Maybelline Vanessa Rozan apresenta as tendências de inverno 2015, demonstrando como fazer uma maquiagem elegante e com muito estilo!

E queridas fãs que gostam de make up, os produtos da Maybelline são excelentes, eu gosto muito e uso alguns produtos da linha. A máscara para cílios Colossal é maravilhosa, o BB Cream deixa a pele uniforme e a base mousse é excelente. Uso também alguns batons de cores neutras que deixam a boca hidratada.

Inspirações Cruzadas na nova coleção da Dior

 

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Ao chegar aos jardins do museu Rodin, em Paris, ninguém poderia imaginar o que se escondia dentro daquele imenso antiteatro construído, totalmente branco, marcado apenas com quatro letras: D.I.O.R. Parecia mais uma nave espacial nos jardins de Rodin, que por dentro foi decorado com cadeiras pretas Napoleão III, laqueadas, dispostas em círculos para acomodar os milhares de convidados, entre celebridades e editore das grandes revistas de moda.

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O espaço totalmente iluminado, teve suas paredes recobertas de orquídeas brancas com pistilos violetas ou amarelos refletindo o infinito pelos espelhos. São flores totalmente estimadas pela Dior e com o objetivo de fazer os convidados viajarem por um universo de oito escalas, oito universos, oito épocas que foram revisitadas por Raf Simons, diretor artístico da Maison Dior.

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O grupo de rock americano Sonic Youth, faziam as modelos desembarcarem por meio de diferentes portas de correr sobre uma passarela circular, que dava aos convidados a aparência de máquina do tempo, misturando o passado e o futuro da Maison.

Raf Simons queria dar aos convidados uma viagem a elegância, neste desfile da Christian Dior, outono/inverno de 2015. O criador de toda esta viagem queria que todos olhassem ao temo tempo para frente e para trás para preparar o futuro. Raf Simons se lançou em uma preparação do passado combinada a ideias extraídas de um futuro próximo, em busca do próprio sentido de modernidade no mundo atual da Alta Costura.

“O que me interessa é o processo que dá origem a uma ideia extremamente moderna com base bastante histórica; especialmente através da justaposição de diferentes temas, explica Raf Simons. As inspirações históricas não justificam por si só a coleção, nem fornecem todo o seu sentido. O que chamou minha atenção é a ideia de uma construção arquitetônica – uma atitude bastante Dior – e a forma pela qual cada época encontra seus alicerces em outra época, a forma pelo qual o futuro se serve do passado. É uma ideia que acho fascinante”.

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Uma explicação perfeita do diretor artístico da Dior, pois todos os alicerces que acontecem no presente e futuro são baseados no passado e as inspirações vem do passado. Lá é que se encontra a fortaleça e as transformações. A moda se transforma utilizando estes artifícios e se modifica a cada momento por causa deste passado forte que existe na moda, na história, na vida.

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A extensão histórica começa com as influências do século XVII; no momento seguinte, mistura trajes de cortes femininos e masculinos do século XVIII, que sintetiza ao mesmo tempo as ideias emprestadas dos uniformes astronautas originadas nos dias de hoje. E o astronauta está simbolizado por Raf Simons como tema principal ao longo de toda a coleção e isto aparece nas make ups que foram feitas nas modelos.

Sequência do desfile

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Ele foi construído da seguinte forma: Vestido à la française, uma variação em torno dos tradicionais vestidos do século XVIII, uma mistura de estilos estruturadas principalmente em torno dos vestidos usados sobrepaniers, atenuados no desfile por novas armações de tule.

Voo à la fraçaise, na qual os conjuntos de piloto se deparam com vestidos tradicionais, e os corpetes e os bordados, modernizados, misturam fecho de zípere tafetá de seda.

1910 linear: longos casacos com curvas sinuosas, de inspiração eduardiana, viagem por meio da história. O corpete encontra casaco, numa transposição de detalhes técnicos: os corpetes tornam-se saias, os casacos blusas smocks.

Casacos justacorps e coletes: casacos de corte do século XVIII, adaptados ao corpo feminino. 1920 liberto: a linha melindrosa dos anos de 1920, reinventada em bordado. O colarinho encontra o Bar: os arquivos Dior naquilo que têm de mais abstrato e mais geométrico, com volumes e formas despojados, inspirados nos anos de 1950, destacando a pureza arquitetônica das criações da Maison Dior.

Técnicas, plissados e sistemas: uma abordagem decorativa, na qual tradição e tecnologia se aliam: o debruado estiliza, em plissado técnico, os detalhes dos conjuntos dos astronautas.

Nas fotos abaixo de todos o desfile, vocês vão conseguir viajar pelo trabalho artístico de Raf Simons. Este desfile, esta linda coleção leva os ateliês de Alta Costura aos seus limites máximos. com novos modos de aplicação das técnicas tradicionais. Esta nova técnica leva a desenvolver novos conhecimentos.

Alguns bordados usados na nova coleção são originados dos trajes masculinos do século XVIII, especialmente os usados em mantos reais, se renovando completamente em franjas de resina, ou ainda, cobrindo um vestido estilo melindrosa contemporâneo.

“Eu comecei me perguntando: o que é a modernidade? Eu queria partir de uma linguagem que fosse exatamente o oposto daquela que eu tive então na Dior, explica Raf Simons. A Ideia era confrontar as diferentes visões que as pessoas têm hoje em dia sobre a estética moderna – me parecia mais contemporâneo ir em direção a um passado distante do que modernizar o espírito das últimas décadas. O desafio era colocar uma atitude contemporânea em algo bastante histórico, dar simplicidade e descontração e algo que poderia ser teatral. É a atitude que conta.”

O que se avalia desta nova coleção são looks maravilhosos e que em sua maioria podemos usar no dia a dia e no trabalho, em festas, jantares. Looks inspirados no passado e que trazem um futuro incrível de roupas que olhamos e nos vemos dentro deles.

Cores

As cores mais usadas foram pastel, creme, verde celadon, rosa suave dando o tom delicado que quase tendia ao branco. A medida que as modelos desfilavam com suas mãos escorrendo para dentro dos bolsos de seus vestidos, a suntuosidade de Versalhes parecia reencontrar uma descontração refinada. Os saltos no tempo aconteciam e eram percebidos, do século XVII ao XXI. Todas as modelos e os convidados eram guiados para uma caminhada confiante. Em seus longos mantos eduardianos de caxemira ou pele sintética, quase varrendo o chão, as modelos exploravam novos horizontes cromáticos: os pastéis suaves davam lugar aos tons livres até aparecer fendas nos tecidos escuros, as pernas de suas calças, como flashes, de fúcsia, verde esmeralda ou vermelho vivo.

Make Up

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O Make up foi um trabalho à parte feito pelo diretor de criação de imagem da maquiagem Dior, Peter Philips, que levou a mulher a dois universos, duas temporalidades. o delineador metálico, , com uma maquiagem natural e pura do restante do rosto, dava um olhar visionário a nova coleção de Raf Simons. As sombras era amarela ou branca para realçar o toque futurista. O leve blush cor de rosa nas maçãs do rosto e boca nude complementavam a naturalidade.

As modelos usaram a linha Dior de Maquiagem que são:

Face

  • Pore minimizer
  • Skinflash
  • Diorskin Star Foundation
  • DiorBlush Starlight 421
  • Diornlush Rose corolle 881

Olhos

  • Backstage Eye Prime
  • Palette 5 couleurs Candy choc 676
  • Crayons Sourcils poudre
  • Crayoun khol white 007
  • Mirror Eyes (patch liner silver)

Lábios

  • Lip Maximizer

São inspirações cruzadas de uma coleção que impactou Paris e deixou os Jardins de Rodin mis floridos.

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Faça agora sua viagem pela criação de Christian Dior por Raf Simons.

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Feliz Aniversário Armani

 

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Hoje meu estilista favorito e divino, Giorgio Armani completa 80 anos. Ele é a prova viva de que idade não tem limite para criação de grandes belezas e de muita criatividade.

Armani é hoje um Império, com vestidos, roupas masculinas, perfumes, make up, bolsas, sapatos, relógios, coats, esmaltes, tudo com muito luxo e beleza.

Feliz Aniversário querido! Obrigado por você ter me ensinado o que é moda, elegância, glamour, sofisticação, beleza, perfeito aroma, tudo isto e muito mais desde menina.

Você é fascinante! Muitos anos divinos e gloriosos para você e que seus vestidos continuem fazendo sucesso sempre e sempre e encantando a mim e ao mundo.

Happy B-Day @armani. Best wishes! I ❤️you! Tks!

#armani #birthday #80 #blog #conversasdesalao #moda #glamour #beleza #sofisticação #elegância #tudodebom #amor #comemoração ❤️💋🔝🎉🎁🎈🎂

Oriente e Ocidente no glamour de Elie Saab

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Paris foi sacudida esta semana com a apresentação da nova coleção outono/inverno 2015 do estilista libanês, Elie Saab.

Vestidos sensuais, transparências e muito, mas muito brilho, estavam presentes na mova coleção de alta costura deste estilista de 50 anos que começou sua carreira no Líbano e levou o brilho, a seda, os bordados maravilhosos do Oriente para o Ocidente em vestidos glamorosos da alta costura.

Desta vez foi o vestido de noiva, longo, com saia armada, véu que arrastava no chão, co. Estilo bem clássico, mas que apresentava seu diferencial: O diferencial: o tule illusion aplicado no colo, com o top totalmente bordado, e os desenhos invadiam a saia até quase o final.

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Os vestidos que são verdadeiros sonhos para tapetes vermelhos e para mulheres que amam o alto luxo e o glamour, vem em sua maioria com cintura marcada, aparecendo em praticamente todos os looks. Muitas vezes pela modelagem justa ou com cintos finos para reforçar. Vestidos sereia (justos até acima do joelho, depois a saia se abre) apareceram em looks transparentes. Alguns vestidos, aliás, abusaram do recurso em todo seu comprimento.

Quem é Elie Saab

Filho mais velho de um comerciante de madeira, nascido no subúrbio de Beirute, no Líbano. É um estilista autodidata que começou a costurar quando criança. Com a idade de oito já sabia que seu destino estava ligado à moda.

Para aprender cortava padrões de vestidos em jornais e rendas de sua mãe que achava no armário. Sua irmã sempre foi sua modelo.

Carreira

Em 1982, a Saab lançou em Beirute sua grife de moda quando tinha apenas 18 anos. E com uma equipe de apenas 15 funcionários. No início, seu ateliê era especializado em alta costura, fazendo vestidos de noivas e vestidos com tecidos ricos, rendas, bordados detalhados, usando sempre pérolas, cristais e fios de seda. Em Beirute, a sua reputação cresceu rápido, pois começou a vestir as mulheres em seu bairro e logo reforçada pelos altos mulheres da sociedade que começaram a patrocinar os seus trabalhos.

O estilo de Elie Saab é uma fusão única de cultura ocidental e oriental. Ele utiliza materiais nobres como tafetá, organza, cetim nobre e tecidos leves.

Em 1981, se mudou para Paris para estudar moda, mas acabou voltando e abrindo seu ateliêr em 1982.

Em 1997, a Saab foi o primeiro estilista não italiano a se tornar um membro da Camera Nazionale della Moda italiana, e em 1997, lançou sua primeira coleção fora do Líbano, em Roma. Em 1998, ele começou sua projeção em Milão, e no mesmo ano, realizou um desfile de moda em Mônaco que contou com a princesa Stéphanie de Mônaco .

Em 1999, a Rainha Rania da Jordânia usou Elie Saab para sua coroação. Um vestido recatada mas estiloso e glamoroso, densamente bordado com esmeraldas e diamantes.

Da noite para o dia tornou-se um estilista de sucesso, vestindo a vencedora do Oscar de melhor atriz, Halle Berry, em 2002, que usou um vestido cor de vinho.

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Em maio de 2003, a Chambre Syndicale de la Haute Couture convidou-o para se tornar um membro do Sindicato. Em julho do mesmo ano apresentou seus e ele mostrou o seu primeiro haute couture coleção em Paris. Sua primeira coleção prêt-à-porter em Paris foi apresentada em 2006, na coleção Primavera-Verão, Tornando-se um ato permanente e disputado pelos jornalistas especializados e pelas mulheres que se apaixonaram pelo estilo Oriental e Ocidental misturados em seus trabalhos.

Em 2010, a Saab vestiu 102 celebridades internacionais para eventos importantes pelo mundo. No ano de 2009 tinha, sido apenas 40. Suas criações podem ser encontradas em todo o mundo, com lojas localizadas em Beirute, Paris e Londres. Elie Saab tem 60 lojas de varejo espalhadas pelas principais capitais mundiais. Seus desenhos são vendidos em 22 países. Em 2011, Elie Saab lançou sua primeira fragrância “Le Parfum”, que se tornou um queridinho em 15 países, incluindo os Emirados Árabes Unidos.

Desfile outuno/inverno 2015

Clique nas imagens para aumentar.

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